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Páscoa com Maria

Vivamos esta Páscoa especialíssima do Ano Nacional Mariano na companhia da Bem-aventurada Virgem Maria.

No programa “Uma Páscoa com Maria”, gravado especialmente por ocasião do Ano Jubilar Mariano de 2017, no qual celebramos os 300 anos de Aparecida e os 100 anos de Fátima, Padre Paulo Ricardo nos ajuda a meditar sobre os principais mistérios do Tríduo Pascal, sobre a paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo na perspectiva de sua Mãe, Maria Santíssima.

Vivamos esta Páscoa especialíssima do Ano Nacional Mariano na companhia da Bem-aventurada Virgem Maria.
Meditaremos sobre a instituição da Eucaristia, passando pela paixão e morte de Cristo e pelo silêncio do Sábado Santo na companhia de Nossa Senhora, e veremos de que modo ela pode ajudar-nos a colher os abundantes frutos espirituais que o mistério Pascal de Cristo tem a nos oferecer.

Pode parecer estranho meditar sobre a instituição da Eucaristia na companhia da Mãe do Senhor, pois ela não estava presente neste momento tão sublime.

Mas, ela é, entre todos os fiéis, quem melhor pode ajudar-nos a penetrar nesse augusto mistério do amor de seu Filho Jesus Cristo, embora a Virgem Maria não estivesse presente na Última Ceia.

Pois, ninguém é mais capaz do que Nossa Senhora de compreender e vivenciar esse mistério de amor, de um Deus que se dá a nós na Eucaristia.

Viver a Sexta-feira Santa com Nossa Senhora significa primeiramente meditar sobre as dores que o seu Imaculado Coração suportou ao ver seu próprio Filho, cuja caridade é por nós tão ingratamente correspondida, desprezado, escarnecido, açoitado e pregado a uma cruz.

Coração da Virgem Maria, enriquecido com um amor sobrenatural, é um farol que nos indica com que amor nós temos que amar seu Filho Jesus Cristo, a quem ela deu a carne e todo o seu carinho materno, a quem consolou na angústia suprema do Calvário e com quem sofreu, compadecida, o horror do pecado da humanidade.

A ausência de Liturgia no Sábado Santo nos recorda o grande silêncio que tomou conta de toda a criação, quando o Criador, o Verbo de Deus feito carne, deixou-se ferir de morte e depositar em um sepulcro.

Neste dia em que se sepulta o corpo físico de Cristo, sepulta-se também a fé de quase todo o seu corpo místico, que é a Igreja. Com o aparente fracasso do Mestre, os seus discípulos perdem a fé.

Neste dia, em que tudo parecia perdido, somente a Virgem Maria manteve acesa a chama da fé.

A fé da Santíssima Virgem é maior que a de qualquer outra criatura humana.

Não houve e nunca haverá maior fé entre os homens do que a da Mãe do Senhor.

Por isso, nas nossas maiores tribulações e dificuldades ela é capaz de nos ajudar, ainda que com sua presença quase que imperceptível.

Foi isso que aconteceu com os discípulos no Domingo da Ressurreição de Jesus Cristo.

Enquanto eles procuravam o cadáver de Jesus (cf. Jo 29, 1-9), Nossa Senhora já O tinha presente pela fé e, dessa forma, sustentava a fé da Igreja.


CANÇÃO NOVA

 

Autor: vidanova