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Torcida referencia

06/11/2017
Da Redação| Do Portal GCN
Foto: William Borges/Comércio da Franca
 
Durante duas décadas, Helinho Garcia brilhou nas quadras como armador. Mas, desde maio de 2016, está seguindo os passos de seu pai, Hélio Garcia, e tornou-se o comandante da equipe do Sesi Franca Basquete. Em seu primeiro NBB (Novo Basquete Brasil), a equipe de Franca fez sua melhor campanha das últimas cinco temporadas, conquistando o terceiro lugar e chegou às quartas-de-final, quando foi eliminado pelo Paulistano. 
 
Na atual temporada, após uma final de Campeonato Paulista, o Franca ostenta 19 vitórias em 25 jogos. Novamente o algoz foi o Paulistano que, na última quinta-feira, conquistou o título em solo francano e com um Ginásio Poliesportivo lotado. Mas isso não parece ser uma grande preocupação para o treinador, que diz estar completamente focado no NBB e satisfeito com tudo que o Franca apresentou desde que ele assumiu o time.
 
Helinho é um dos responsáveis por resgatar na população francana o orgulho e amor pelo basquete. Prova disso é o apoio da torcida que, segundo ele mesmo, é um exemplo para as torcidas do País. Com um misto de atletas experientes e jovens, ele diz estar satisfeito com o trabalho realizado até aqui e que a chave para ser um dos destaques do próximo NBB, que começou neste fim de semana, é a busca por consistência em jogo. 
 
Além disso, o técnico acredita que ter um grupo de atletas unidos e com o mesmo astral e vibração é o diferencial do equipe hoje. Sentado nas arquibancadas do Poliesportivo, ele falou com a reportagem do Comércio sobre a decisão do Paulista 2017 e os próximos passos da equipe do Sesi Franca Basquete.
 
Helinho, a equipe veio de uma ótima campanha e acabou derrotada em casa. O que faltou para ganhar o título?
O Paulistano chegou mais inteiro atleticamente falando. Eles tinham o time inteiro à disposição e tiveram mérito. Nós não contamos com o Rafael Mineiro, por exemplo, e o Alexey não estava 100% fisicamente para os jogos. A equipe do Paulistano teve um percentual acima da média de acertos de cestas de três pontos e isso contribuiu para as suas vitórias. Não acho que faltou algo. Chegamos a superar a falta de alguns jogadores lesionados e outras dificuldades ao longo da competição e alcançamos a grande final. É um time que está treinando junto há três meses e que, taticamente e defensivamente, tem muitos detalhes para melhorar. 
 
Críticas foram feitas sobre o grande número de falhas na defesa da equipe. Você acha que errou na forma de armar defensivamente o grupo em quadra?
A defesa sempre tem que melhorar.