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EmpreCentro reúne mais de 30 empresários para discutir problemas do Centro

14/03/2019

Da Redação | Acif

Foto: Acif
 
 

O EmpreCentro - núcleo do Programa Empreender, da ACIF (Associação do Comércio e Indústria de Franca) - reuniu, nesta terça-feira, mais de 30 empresários do Centro de Franca além de representantes da Câmara Municipal, do Sebrae, da Santa Casa e do Observatório Social do Brasil para discutirem políticas públicas voltadas para o Centro da cidade. A palavra foi aberta para que os empresários expusessem suas visões e as principais queixas levantadas estavam relacionadas às questões de limpeza, segurança, moradores de rua, iluminação pública, trânsito e a falta de fiscalização em relação ao comércio ambulante.

“Ouvimos o que os empresários tinham a dizer e, a partir das questões levantadas, vamos elaborar um documento com pautas de reivindicação que será apresentado ao Poder Público. Na próxima terça-feira, será promovida uma nova reunião com os empresários para que este documento seja validado antes de o apresentarmos oficialmente”, afirma o diretor administrativo da ACIF, Tarciso Bôtto, que esteve à frente do encontro. “Inclusive, convidamos a todos os empresários que tiverem interesse para participarem conosco do encontro da próxima terça, às 8h, no Centro de Educação da ACIF (Rua Major Claudiano, 1907).”

Ainda de acordo com Tarciso, a expectativa é que as reivindicações sejam apresentadas à Câmara Municipal no próximo dia 26, com a presença e participação dos empresários.

 

Posicionamentos

Os vereadores Adérmis Marini (PSDB), Corrêa Neves Jr. (PSD) e Kaká (PSDB) estiveram presentes na reunião. Os dois primeiros usaram a palavra e fizeram apontamentos quanto às questões apresentadas pelos empresários. Corrêa Neves Jr. apresentou a Atividade Delegada como solução plausível para a questão da segurança. Por meio desta iniciativa, a Prefeitura firmaria um convênio com a Secretaria Estadual de Segurança Pública que permitiria aos Policiais Militares atuarem em suas funções nos dias de folga. O ônus das horas extras caberia ao Poder Executivo local e o Estado disponibilizaria o aparato necessário - como viaturas abastecidas - para que o polici