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Posse de arma: leia pontos a favor e contra o novo decreto

16/01/2019

Da Redação | G1

Foto: Divulgação

Postado por: Gabriela Buranelli

Políticos, especialistas e entidades se manifestaram a favor e contra o decreto que facilita a posse de armas assinado nesta terça-feira (15) pelo presidente Jair Bolsonaro.
 
O direito à posse é a autorização para manter uma arma de fogo em casa ou no local de trabalho (desde que o dono da arma seja o responsável legal pelo estabelecimento).
 
Para andar com a arma na rua, é preciso ter direito ao porte, cujas regras são mais rigorosas e não foram tratadas no decreto.
 
Veja, abaixo, pontos a favor e contra o decreto, citados por políticos e especialistas:
 
A favor
- Diminui as dificuldades para comprar e ter a posse de armas.
- Criminosos terão medo ao invadir uma casa para fazer um assalto.
- Atualmente apenas "as pessoas de bem" estão desarmadas.
- Decreto tirou a subjetividade de o delegado da Polícia Federal autorizar a compra de arma quando a pessoa pedia para necessidades pessoais.
- A arma de fogo serve como proteção pessoal e é como uma faca, que também pode matar
- A arma registrada ficará na residência da pessoa que a registrou.
- A maioria da população se manifestou a favor do direito de comprar uma arma no referendo de 2005.
- Bolsonaro foi eleito pela população e já abertamente defendeu mudanças no Estatuto do Desarmamento.
- Países como os Estados Unidos permitem que o cidadão tenha uma arma em casa, como garantia da democracia.
- Será mais fácil manter os armamentos legalizados com a ampliação da validade do registro de posse.
- O decreto levou em conta critério objetivo que identifica locais com alta violência.
 
Contra
- Aumentará a circulação de armas, e mais armas significam mais mortes.
- O poder público se omite e entrega o cidadão à sua sorte.
- Segundo pesquisa do Datafolha, a maioria da população é contra.
- O referendo de 2005 foi sobre o comércio de armas, e não sobre a posse de armas.
- Extrapola a competência prevista para o Poder Executivo e não houve discussão sobre o assunto no Congresso e na sociedade.
- É um chamariz para a população, mas não trará melhorias para a segurança pública.
- Mais armas e