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Eleitor poderá votar mesmo com digitais não reconhecidas na seção

28/09/2018
Da Redação| Jornal da Franca
Foto: Divulgação
Publicado por Ana Carolina
 
O eleitor com biometria não deve temer o não reconhecimento das impressões digitais na hora de votar. Se isso ocorrer, ele não deixará de votar, mas terá de se identificar pelo método tradicional.

Por essa razão, todos os eleitores, tenham feito ou não o cadastramento biométrico, devem levar à seção de votação um documento original de identificação oficial com foto, a exemplo das carteiras de identidade, funcional, de trabalho e nacional de habilitação.

No Estado de São Paulo, 100 municípios passaram pelo cadastramento obrigatório, o que não é o caso de Franca, e, portanto, terão leitor da biometria acoplado à urna eletrônica em todas as seções eleitorais. Em outras 21 cidades, haverá a identificação híbrida, ou seja, as seções de votação terão os equipamentos de leitura dos dados biométricos para identificar parte dos votantes: as pessoas cujas impressões digitais já foram coletadas.

Nos demais municípios, aqueles que já fizeram a biometria permanecem nestas eleições identificando-se da forma tradicional, por meio da apresentação de documento original de identificação oficial, com foto.

O e-Título é um aplicativo que permite baixar no smartphone a versão digital do título de eleitor, acessível a todos os cidadãos inscritos no cadastro na Justiça Eleitoral. Porém, ele tem uma vantagem adicional para quem já tem biometria: pode ser utilizado também como documento oficial de identificação. Isso porque tem a foto do eleitor, captada no momento do cadastramento biométrico.

Dos 33 milhões de eleitores de São Paulo, 14,9 milhões (45%) têm a biometria. No Brasil, 87 milhões dos 147 milhões de votantes estão com o cadastro atualizado. A meta da Justiça Eleitoral é concluir o cadastramento biométrico em 2022.